A tecnologia que ajudará bebês com microcefalia

A tecnologia que ajudará bebês com microcefalia

Olha só que novidade mais incrível! Um jogo eletrônico muito usado na reabilitação de pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC) será utilizado também no estímulo a crianças com microcefalia. Esse passo maravilhoso é da startup pernambucana NeuroUp, de alunos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com a Fundação Altino Ventura. O objetivo é treinar partes do cérebro que não recebem estímulo com frequência, sem que o paciente note, o que, no caso das crianças microcéfalas pode ser útil no desenvolvimento de áreas inativas por causa das lesões associadas à doença.

Segundo Rozivera Rodrigues, neuropediatra da Fundação Altino Ventura, a experiência pode ajudar as crianças microcéfalas treinando não só a atenção mas também a resposta a estímulos. Porém, como as lesões de nascimento não seguem um padrão, as situações de testes estão sendo estudadas cuidadosamente para serem adaptadas à necessidade de cada criança. 
“A incidência de microcefalia em crianças, apesar de grande, é relativamente recente, e os bebês nascem com muitas lesões diferentes. Assim, além da maioria ainda ter pouco tempo de vida, muitos não conseguem ver ou se desenvolver fisicamente. Com a parceria com universidades, muita tecnologia tem chegado para ajudar”, disse.
As tecnologias criadas no estado no campo da neurologia permitem avanços relevantes até mesmo em casos graves, por exemplo, de paraplegia. Pesquisadores do grupo de neurodinâmica da UFPE desenvolveram, por meio da startup Neurobots, uma espécie de “braço mecânico” movimentado apenas com impulsos cerebrais. O aparelho, luva acoplada a um tipo de exoesqueleto que simula os articulações da mão, recebe os comandos de movimento de sensores que captam a atividade cerebral do paciente. Os estímulos, codificados de acordo com a área do cérebro onde se originam, são enviados ao membro biônico e transformam-se em movimento, devolvendo a ação a partes anteriormente inativadas pela paraplegia.

O professor responsável pelo grupo, Marcelo Cairrão, afirma que, tardiamente, o estado está descobrindo o potencial das atividades cerebrais na área da saúde. 
“É uma tecnologia produzida aqui. Nós pesquisamos, construímos e oferecemos treinamento a quem quiser usar. Além de ter preço inferior ao mercado, é adaptada à realidade brasileira” revela.
Precisamos dá todo o apoio e divulgar esse projeto que ajudará milhares de crianças!

Assista ao vídeo emocionante da demonstração da tecnologia:



Via: Curiosamente
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